Cubismo: Este movimento artístico tem seu surgimento no século XX e é considerado o mais influente deste período. Com suas formas geométricas representadas, na maioria das vezes, por cubos e cilindros, a arte cubista rompeu com os padrões que primavam pela imagem realista da natureza.
Historicamente o Cubismo originou-se na obra de Cézanne. Para ele a pintura não podia desvincular-se da natureza, nem a copiar, de fato a transformava.
Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. Passaram a representar os objetos com todas as suas partes num mesmo plano. Essa atitude não tinha nenhum compromisso de fidelidade com a aparência real das coisas.
O pintor cubista procura representar os objetos em três dimensões, numa superfície plana, sob formas geométricas com predomínio de linhas retas.
Braque e Picasso, seguindo a lição de Cézanne deram início à geometrização dos elementos da paisagem.
O Cubismo se divide em duas fases:
- Cubismo analítico (1909)
A fragmentação dos seres pelos artistas foi tão grande, que se tornou impossível o reconhecimento de qualquer figura nas pinturas.
- Cubismo sintético (1911)
O artista procurou tornar as figuras novamente reconhecíveis. Também chamado de Colagem, porque introduz materiais na pintura. Essa inovação pode ser explicada pela invenção dos artistas em criar efeitos plásticos e de ultrapassar os limites das sensasões visuais que a pintura sugere, despertando também a sensasões táteis.
Principais artistas:
-Pablo Picasso
-George Braque
Cubismo no Brasil:
No Brasil, as influências do Cubismo podem ser observadas em parte dos artistas reunidos no modernismo de 1922, em alguns trabalhos de Vicente do Rego Monteiro, Antonio Gomide e sobretudo na obra de Tarsila do Amaral.
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